- Serviços advocatíciosR$ 2 mil99,9%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1menos de 0,1%
Moreira da Farmácia (NOVO) ficou como suplente de deputado estadual pelo Acre em 2026, com 658 votos, pelo resultado oficial do TSE. Moreira da Farmácia (José Maria de Freitas Moreira) disputou 10 eleições entre 1994 e 2026, para deputado estadual, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Rio Branco em 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por AC: 2.124 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AC, declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 1). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 66 mil em 2014 (61% com publicidade por materiais impressos) e R$ 4 mil em 2010.
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A votação de Jose Maria de Freitas Moreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Moreira da Farmácia declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Acre em 2006, 2010, 2014 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 1); R$ 2 mil já foram pagos. Em 2014, 61% dos R$ 66 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 48% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.