- Serviços de terceirosR$ 6 mil31,6%
- Serviços advocatíciosR$ 4 mil23,0%
- Serviços contábeisR$ 2 mil11,5%
- Materiais impressosR$ 2 mil9,9%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 4 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 4 mil24,0%
Senador pelo Maranhão · 1º turno
99,78% das urnas do Maranhão apuradas às 22h31 (TSE)
10.905 votos (0,15% dos válidos)
10º lugar até agora, entre 11 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Wilson Leite (Francisco Wilson Leite da Silva) disputou 6 eleições entre 2006 e 2018, para 1º suplente, prefeito e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MA: 1.807 votos. Em 2026, concorre a senador por MA pelo PSTU. Na campanha de 2026 para senador por MA, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 17 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 322 de outras campanhas e R$ 200 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 6 mil), serviços advocatícios (R$ 4 mil) e serviços contábeis (R$ 2 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2012 (57% com publicidade por materiais impressos) e R$ 5 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Francisco Wilson Leite da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Wilson Leite declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Imperatriz (MA) em 2008 e 2012, deputado federal por Maranhão em 2010, e senador por Maranhão em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 17 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 322 de outras campanhas e R$ 200 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 6 mil) e serviços advocatícios (R$ 4 mil); R$ 13 mil já foram pagos. Em 2012, 57% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 5 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.