- Serviços de terceirosR$ 53 mil29,6%
- Materiais impressosR$ 47 mil26,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 36 mil20,1%
- Serviços advocatíciosR$ 25 mil13,9%
- Outras 6 categoriasR$ 18 mil10,0%
Segundo o Radar do Voto, Nizo Costa (PT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Ceará em 2026, com 45.894 votos, pelo resultado oficial do TSE. Nizo Costa (Antonio Valdenizo da Costa) disputou 5 eleições entre 2014 e 2026, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2018. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por CE: 45.894 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por CE, declarou R$ 330 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário e R$ 64 mil de doações privadas (14 doadores). Os gastos contratados somam R$ 180 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 53 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 47 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 36 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 300 mil em 2022 (41% com publicidade por materiais impressos) e R$ 82 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Valdenizo da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Nizo Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2014, 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Cariús (CE) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 330 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário e R$ 64 mil de doações privadas (14 doadores). Os gastos contratados somam R$ 180 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 53 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 47 mil); R$ 51 mil já foram pagos. Em 2022, 41% dos R$ 300 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 48% dos R$ 82 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.