- Militância e mobilização de ruaR$ 33 mil26,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 13 mil9,9%
- PessoalR$ 4 mil3,2%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 39 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 76 mil60,3%
Silvia Waiãpi (Silvia Nobre Lopes) disputou 1 eleição, em 2022, para deputada federal por AP, com 5.435 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 75,2 milhões empenhados em 28 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2025, para 51 municípios; 93% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputada federal por AP, declarou R$ 127 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 26 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 126 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 37 mil), militância e mobilização de rua (R$ 33 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 13 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Silvia Waiãpi declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Amapá em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 127 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 26 mil do Fundo Partidário e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 126 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 37 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 33 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Silvia Waiãpi teve R$ 75,2 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 28 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2025 (legislatura 2023 a 2026), para 51 municípios. Já foram pagos R$ 69,9 milhões (93%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Macapá, Pedra Branca do Amapari e Recife.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | R$ 37,9 milhões | R$ 33,4 milhões | 88% | 14 | 40 |
| 2024 | R$ 35,7 milhões | R$ 32,5 milhões | 91% | 13 | 17 |
| Total | R$ 73,6 milhões | R$ 65,9 milhões | 90% | 27 | 51 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
Deputado Federal, 2022: resultado atualizado pelo TSE. Em 2025 o STF decidiu que a regra das sobras eleitorais fixada em 2024 (a última rodada aberta a todos os partidos e candidatos) vale também para a eleição de 2022 (ADIs 7228, 7263 e 7325), e o TSE refez a totalização de deputado federal em junho de 2025. Na totalização original constava eleito por média; nos dados mais recentes do TSE consta não eleito. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos; STF, ADIs 7228, 7263 e 7325.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.