- Materiais impressosR$ 123 mil76,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 38 mil23,6%
Segundo o Radar do Voto, Alex Manente (CIDADANIA) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 102.716 votos, pelo resultado oficial do TSE. Alex Manente (Alex Spinelli Manente) disputou 11 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2022, 2018 e 2014; deputado estadual em 2010 e 2006; vereador de São Bernardo do Campo em 2004. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por SP: 196.866 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 267,8 milhões empenhados em 28 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 40 municípios; 89% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 808 mil em receitas: R$ 770 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 161 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 123 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 38 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 6,7 milhões em 2024 e R$ 3 milhões em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Alex Spinelli Manente em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Alex Manente declarou receitas e gastos ao TSE em 10 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010, prefeito em São Bernardo do Campo (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2024, e deputado federal por São Paulo em 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 808 mil em receitas: R$ 770 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 161 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 123 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 38 mil); R$ 38 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 6,7 milhões em gastos; em 2022, R$ 3 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Alex Manente teve R$ 267,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 28 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 40 municípios. Já foram pagos R$ 237,4 milhões (89%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (73%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram São Bernardo do Campo, Mauá e Diadema. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 129,5 milhões em 9 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,5 milhões em 8 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 55,8 milhões em 11 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 40,3 milhões | R$ 29 milhões | 72% | 2 | 18 |
| 2025 | R$ 51,4 milhões | R$ 37,1 milhões | 72% | 3 | 15 |
| 2024 | R$ 37,9 milhões | R$ 37,9 milhões | 100% | 4 | 6 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 129,5 milhões | R$ 104 milhões | 80% | 9 | 26 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.