- Serviços de terceirosR$ 514 mil43,1%
- Materiais impressosR$ 369 mil31,0%
- Publicidade por adesivosR$ 129 mil10,8%
- Cessão ou locação de veículosR$ 83 mil7,0%
- Outras 3 categoriasR$ 98 mil8,2%
Segundo o Radar do Voto, Marangoni (PODE) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 67.111 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marangoni (Fernando Jose de Souza Marangoni) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 2022. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por SP: 89.390 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 750 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 277 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 514 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 369 mil) e publicidade por adesivos (R$ 129 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 2,8 milhões.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Fernando Jose de Souza Marangoni em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marangoni declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 750 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 277 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 514 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 369 mil); R$ 892 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 2,8 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.