João Antônio Heinzen Amin Helou

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João Antônio Heinzen Amin Helou
5 eleições entre 2008 e 2022 · último partido PP
42 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE
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João Amin (João Antônio Heinzen Amin Helou) disputou 5 eleições entre 2008 e 2022, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2018 e 2014; vice-prefeito de Florianópolis em 2012; vereador de Florianópolis em 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SC: 34.666 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, indicou R$ 9,7 milhões em 22 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 18 municípios; 67% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SC, declarou R$ 495 mil em receitas: R$ 140 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 333 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 23 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 442 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 275 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 113 mil) e serviços de terceiros (R$ 16 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 320 mil em 2018 (41% com publicidade por materiais impressos) e R$ 399 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

19.154 votos em 2022 · 5 eleições

A votação de João Antônio Heinzen Amin Helou em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 495 mil em receitas · R$ 442 mil em gastos

João Amin declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Florianópolis (SC) em 2008, e deputado estadual por Santa Catarina em 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 495 mil em receitas: R$ 140 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 333 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 23 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 442 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 275 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 113 mil). Em 2018, 41% dos R$ 320 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, R$ 399 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 495 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 442 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 320 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42008, 2014, 2018 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 495 mil
8 doadores pessoas físicas
FEFC 28% · partido e outras campanhas 67% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 442 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 275 mil62,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 113 mil25,4%
  • Serviços de terceirosR$ 16 mil3,7%
  • Serviços contábeisR$ 15 mil3,4%
  • Outras 10 categoriasR$ 24 mil5,4%
2018Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 350 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 29% · Fundo Partidário 16% · partido e outras campanhas 18% · pessoas 32% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 320 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 132 mil41,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 78 mil24,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 46 mil14,4%
  • Serviços de terceirosR$ 42 mil13,0%
  • Outras 7 categoriasR$ 22 mil7,0%
2014Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 400 mil
13 doadores pessoas físicas
partido 6% · pessoas 15% · empresas 79%
Gasto contratado
R$ 399 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 146 mil36,5%
  • Materiais impressosR$ 102 mil25,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 50 mil12,4%
  • Serviços de terceirosR$ 47 mil11,8%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 55 mil13,9%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 98 mil
doações de pessoas
partido 4% · pessoas 6% · empresas 90%
Gasto contratado
R$ 98 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 29 mil30,1%
  • Materiais impressosR$ 18 mil18,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 14 mil13,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 13 mil13,7%
  • Outras 8 categoriasR$ 24 mil24,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 9,7 milhões indicados · 67% pago · 22 emendas em 18 municípios

Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · pode estar desatualizada3 · números estaduais aproximados4

Na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, João Amin indicou R$ 9,7 milhões em 22 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 18 municípios. Até a coleta na fonte, 67% desse valor estava pago. As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Campo Alegre, Blumenau e Urubici. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 6,5 milhões em 15 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 3,2 milhões em 7 emendas.2

IndicadoR$ 9,7 milhõesorçamento de 2023
PagoR$ 6,5 milhões67% do indicado
Emendas22estaduais
Municípios18diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
OrçamentoIndicadoPago% pagoEmendasMunicípios
2023R$ 6,5 milhõesR$ 6,5 milhões100%1515

Municípios que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1Campo AlegreR$ 1,5 milhão22,9%
  2. 2BlumenauR$ 1 milhão15,3%
  3. 3UrubiciR$ 695 mil10,6%

Fonte: ALESC / Governo de Santa Catarina — Emendas Parlamentares (cadastro 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Santa Catarina e a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩

  4. 4

    Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Santa Catarina e a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. ↩

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2012, 2014 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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João Antônio Heinzen Amin Helou (João Amin): candidaturas e votos · Radar do Voto