Rodrigo Cunha declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Alagoas em 2014, senador por Alagoas em 2018, e governador por Alagoas em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 10,1 milhões em receitas: R$ 7,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2,8 milhões do Fundo Partidário e R$ 39 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 10,8 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4,3 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 milhão). Em 2018, R$ 2,8 milhões em gastos contratados; em 2014, R$ 550 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 10,1 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 10,8 milhõescontratados
Gastos em 2018R$ 2,8 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas32014, 2018 e 2022
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 10,1 milhões
8 doadores pessoas físicas
FEFC 72% · Fundo Partidário 27% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 10,8 milhões
pago: R$ 9,8 milhões (91%)
- Serviços de terceirosR$ 4,3 milhões39,7%
- Materiais impressosR$ 1 milhão9,5%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 915 mil8,5%
- Serviços advocatíciosR$ 750 mil7,0%
- Outras 21 categoriasinclui R$ 174 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 50 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 3,8 milhões35,4%
Arrecadado
R$ 1,9 milhão
96 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 64% · Fundo Partidário 21% · partido e outras campanhas 3% · pessoas 13%
Gasto contratado
R$ 2,8 milhões
pago: R$ 1,9 milhão (65%)
- Serviços de terceirosR$ 558 mil19,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 482 mil17,1%
- PessoalR$ 403 mil14,2%
- Materiais impressosR$ 356 mil12,6%
- Outras 20 categoriasinclui R$ 76 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 milhão36,4%
Arrecadado
R$ 550 mil
63 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 62% · pessoas 22% · empresas 10% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 550 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 162 mil29,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 145 mil26,4%
- Serviços de terceirosR$ 60 mil10,9%
- Materiais impressosR$ 53 mil9,7%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 129 mil23,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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