- Impulsionamento de conteúdosR$ 300 mil85,7%
- Serviços advocatíciosR$ 20 mil5,7%
- Serviços contábeisR$ 20 mil5,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil2,8%
- Outras 1 categoriaR$ 140menos de 0,1%
Otoni de Paula Pai (Otoni Moura de Paulo) disputou 4 eleições entre 2002 e 2022, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2022. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por RJ: 41.932 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, indicou R$ 2,7 milhões em 3 emendas estaduais ao orçamento de 2024, para 3 municípios. A fonte não publica o pagamento de cada emenda. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 350 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 350 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 300 mil), serviços advocatícios (R$ 20 mil) e serviços contábeis (R$ 20 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 44 mil em 2020 (46% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 15 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Otoni Moura de Paulo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Otoni de Paula Pai declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2018 e 2022, e vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 3 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 350 mil em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 350 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 300 mil) e serviços advocatícios (R$ 20 mil). Em 2020, 46% dos R$ 44 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2018, 67% dos R$ 15 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Otoni de Paula Pai indicou R$ 2,7 milhões em 3 emendas estaduais ao orçamento de 2024 (legislatura 2023 a 2026), para 3 municípios. A fonte não publica o pagamento de cada emenda; por isso aparece só o valor indicado. O órgão que mais recebeu foi Suderj (40%). As cidades que mais receberam foram Rio de Janeiro, Queimados e Seropédica.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2024 | R$ 2,7 milhões | sem dado | · | 3 | 3 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: ALERJ / SEPLAG-RJ — Emendas parlamentares impositivas (bases de detalhe 2024-2026 + execução), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio de Janeiro e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio de Janeiro e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.