- Serviços de terceirosR$ 430 mil18,5%
- Materiais impressosR$ 407 mil17,5%
- Publicidade por adesivosR$ 369 mil15,9%
- PessoalR$ 360 mil15,5%
- Outras 8 categoriasR$ 754 mil32,5%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Quaquá (Washington Luiz Cardoso Siqueira) disputou 9 eleições entre 1996 e 2024, para prefeito, deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Maricá em 2024, 2012 e 2008; deputado federal em 2022. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por RJ: 113.282 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 64,5 milhões empenhados em 29 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2025, para 14 municípios; 90% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2024 para prefeito em Maricá/RJ, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 130 mil de doações privadas (20 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 430 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 407 mil) e publicidade por adesivos (R$ 369 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,9 milhão em 2022 e R$ 1,2 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Washington Luiz Cardoso Siqueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Quaquá declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, prefeito em Maricá (RJ) em 2008, 2012 e 2024, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 130 mil de doações privadas (20 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 430 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 407 mil). Em 2022, R$ 1,9 milhão em gastos; em 2018, 42% dos R$ 1,2 milhão em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Quaquá teve R$ 64,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 29 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2025 (legislatura 2023 a 2026), para 14 municípios. Já foram pagos R$ 58 milhões (90%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (42%). As cidades que mais receberam foram Salvador, Rio de Janeiro e Maricá.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | R$ 31,3 milhões | R$ 25,9 milhões | 83% | 8 | 7 |
| 2024 | R$ 22,3 milhões | R$ 21,2 milhões | 95% | 16 | 10 |
| Total | R$ 53,6 milhões | R$ 47,1 milhões | 88% | 24 | 14 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.