- PessoalR$ 617 mil44,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 290 mil21,1%
- Materiais impressosR$ 196 mil14,3%
- Publicidade por adesivosR$ 77 mil5,6%
- Outras 10 categoriasR$ 195 mil14,2%
Segundo o Radar do Voto, Daniel Soranz (PSD) foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2026, com 107.849 votos, pelo resultado oficial do TSE. Daniel Soranz (Daniel Ricardo Soranz Pinto) disputou 2 eleições entre 2022 e 2026, para deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2026 e 2022. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por RJ: 107.849 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RJ, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,6 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 302 mil de doações privadas (11 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com pessoal (R$ 617 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 290 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 196 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 2,1 milhões.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Daniel Ricardo Soranz Pinto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Daniel Soranz declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,6 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 302 mil de doações privadas (11 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com pessoal (R$ 617 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 290 mil); R$ 558 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 2,1 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.