Carlos Portinho

Foto de Carlos Francisco Portinho
Carlos Portinho
Carlos Francisco Portinho (nome civil)
3 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PL
53 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Senador
Candidato a Senador · Rio de Janeiro · Eleições 2026 · PL · nº 222
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, Carlos Portinho (PL) foi eleito senador pelo Rio de Janeiro em 2026, com 4.264.932 votos, pelo resultado oficial do TSE. Carlos Portinho (Carlos Francisco Portinho) disputou 3 eleições entre 2016 e 2026, para senador, 1º suplente e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: senador em 2026; 1º suplente em 2018. A maior votação foi em 2026, para senador por RJ: 4.264.932 votos. Na campanha de 2026 para senador por RJ, declarou R$ 5,5 milhões em receitas: R$ 5,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 235 mil de doações privadas (27 doadores). Os gastos contratados somam R$ 4,5 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3,3 milhões), publicidade por materiais impressos (R$ 387 mil) e pessoal (R$ 380 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 224 mil, 46% com militância e mobilização de rua.

Senador · 2026
4.264.932
votos · RJ
ELEITO
Mandato até 2034
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

4.264.932 votos em 2026 (eleito) · 3 eleições

A votação de Carlos Francisco Portinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 5,5 milhões em receitas · R$ 4,5 milhões em gastos contratados

Carlos Portinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2016, e senador por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 5,5 milhões em receitas: R$ 5,3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 235 mil de doações privadas (27 doadores). Os gastos contratados somam R$ 4,5 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3,3 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 387 mil); R$ 4,3 milhões já foram pagos. Em 2016, 46% dos R$ 224 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 5,5 milhõesparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 4,5 milhõescontratados, parcial; R$ 4,3 milhões pagos
Gastos em 2016R$ 224 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialSenador, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5,5 milhões
27 doadores pessoas físicas
FEFC 96% · pessoas 4%
Gasto contratado
R$ 4,5 milhões
pago até agora: R$ 4,3 milhões (96%)
  • Serviços de terceirosR$ 3,3 milhões72,1%
  • Materiais impressosR$ 387 mil8,6%
  • PessoalR$ 380 mil8,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 290 mil6,4%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 70 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 200 mil4,4%
2016Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 224 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 28% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 224 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 104 mil46,2%
  • Materiais impressosR$ 39 mil17,4%
  • PessoalR$ 13 mil5,8%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 7 mil3,1%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 50 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 61 mil27,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2018 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892