Flavio Jose Arns

Foto de Flavio Jose Arns
Flavio Jose Arns
7 eleições entre 1990 e 2018 · último partido REDE
68 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior
redes informadas ao TSE
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Flavio Arns (Flávio José Arns) disputou 7 eleições entre 1990 e 2018, para senador, vice-governador, governador e deputado federal. Ele foi eleito 6 vezes: senador em 2018 e 2002; vice-governador em 2010; deputado federal em 1998, 1994 e 1990. A maior votação foi em 2018, para senador por PR: 2.331.740 votos. No Senado Federal, teve R$ 308,7 milhões empenhados em 78 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 334 municípios; 93% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para senador por PR, declarou R$ 321 mil em receitas: R$ 140 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 134 mil de doações privadas (164 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 44 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 237 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 105 mil), publicidade por adesivos (R$ 39 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 32 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 835 mil, 41% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Senador · 2018
2.331.740
votos · PR
ELEITO
Mandato até 2026
4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.331.740 votos em 2018 (eleito) · 7 eleições

A votação de Flavio Jose Arns em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenadorGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 321 mil em receitas · R$ 237 mil em gastos

Flavio Arns declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Paraná em 2006, e senador por Paraná em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 321 mil em receitas: R$ 140 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil do Fundo Partidário, R$ 134 mil de doações privadas (164 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 44 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 237 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 105 mil) e publicidade por adesivos (R$ 39 mil). Em 2006, 41% dos R$ 835 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2018R$ 321 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 237 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2006R$ 835 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Senador, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 321 mil
164 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 44% · Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 42% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 237 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 105 mil44,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 39 mil16,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 32 mil13,3%
  • PessoalR$ 19 mil8,0%
  • Outras 15 categoriasR$ 43 mil18,1%
2006Governador, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 848 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 48% · pessoas menos de 1% · empresas 51%
Gasto contratado
R$ 835 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 340 mil40,7%
  • Materiais impressosR$ 170 mil20,4%
  • Serviços de terceirosR$ 90 mil10,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 25 mil3,0%
  • Outras 21 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 210 mil25,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 308,7 milhões empenhados · 93% pago · 78 emendas em 334 municípios

Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 01/10/20263

No Senado Federal, Flavio Arns teve R$ 308,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 78 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 334 municípios. Já foram pagos R$ 288,4 milhões (93%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (56%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Curitiba, Rio Bonito do Iguaçu e Sarandi. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 206,4 milhões em 39 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 102,3 milhões em 39 emendas.2

EmpenhadoR$ 308,7 milhõesorçamentos de 2020 a 2026
PagoR$ 288,4 milhões93% do empenhado, com restos a pagar
Emendas78individuais
Municípios334diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2026R$ 65,5 milhõesR$ 56,5 milhões86%10195
2025R$ 71,7 milhõesR$ 64,5 milhões90%13214
2024R$ 68 milhõesR$ 65,8 milhões97%1545
Legislatura 2023 a 2026R$ 205,3 milhõesR$ 186,8 milhões91%38310

Funções que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1SaúdeR$ 114,9 milhões55,7%
  2. 2Assistência SocialR$ 45,2 milhões21,9%
  3. 3Encargos EspeciaisR$ 32,3 milhões15,7%

Municípios que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1CuritibaR$ 37,2 milhões18,0%
  2. 2Rio Bonito do IguaçuR$ 7,4 milhões3,6%
  3. 3SarandiR$ 6 milhões2,9%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2002, 2010 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Flavio Jose Arns (Flavio Arns): candidaturas e votos · Radar do Voto