Zequinha Marinho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Pará em 2006 e 2010, senador por Pará em 2018 e 2026, e governador por Pará em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,2 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil de outros recursos do partido e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 815 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 300 mil); R$ 1,8 milhão já foram pagos. Em 2022, R$ 6,1 milhões em gastos contratados; em 2018, 44% dos R$ 762 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 3,2 milhõesparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 1,9 milhãocontratados, parcial; R$ 1,8 milhão pagos
Gastos em 2022R$ 6,1 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2026
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 3,2 milhões
doações de pessoas
FEFC 94% · partido 6% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,9 milhão
pago até agora: R$ 1,8 milhão (94%)
- Materiais impressosR$ 815 mil43,6%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 300 mil16,1%
- Militância e mobilização de ruaR$ 192 mil10,3%
- Publicidade por adesivosR$ 189 mil10,1%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 19 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 60 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 372 mil19,9%
Arrecadado
R$ 5,2 milhões
doações de pessoas
FEFC 97% · Fundo Partidário 3% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 6,1 milhões
pago: R$ 5,2 milhões (85%)
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,6 milhão26,4%
- Materiais impressosR$ 1,3 milhão21,3%
- Serviços de terceirosR$ 791 mil13,0%
- Publicidade por adesivosR$ 712 mil11,7%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 350 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,7 milhão27,6%
Arrecadado
R$ 560 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 36% · Fundo Partidário 46% · partido e outras campanhas 9% · pessoas 2% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 762 mil
pago: R$ 511 mil (67%)
- Materiais impressosR$ 332 mil43,6%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 320 mil42,0%
- PessoalR$ 76 mil9,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 16 mil2,1%
- Outras 6 categoriasR$ 18 mil2,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
Arrecadado
R$ 572 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 63% · pessoas 7% · empresas 30%
Gasto contratado
R$ 572 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 195 mil34,0%
- PessoalR$ 43 mil7,6%
- Publicidade por carros de somR$ 21 mil3,6%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil1,2%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 138 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 58 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 307 mil53,6%
Arrecadado
R$ 136 mil
37 doadores pessoas físicas
pessoas 65% · empresas 17% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 136 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 87 mil63,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 18 mil13,6%
- Locação/cessão de bens móveisR$ 11 mil8,2%
- Serviços de terceirosR$ 3 mil2,4%
- Outras 6 categoriasR$ 16 mil12,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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