- PessoalR$ 2 milhões71,6%
- Materiais impressosR$ 188 mil6,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 183 mil6,5%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 121 mil4,3%
- Outras 17 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 313 mil11,0%
Segundo o Radar do Voto, Lafayette Andrada (PL) foi eleito deputado federal por Minas Gerais em 2026, com 61.773 votos, pelo resultado oficial do TSE. Lafayette Andrada (Lafayette Luiz Doorgal de Andrada) disputou 10 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2026, 2022 e 2018; deputado estadual em 2014, 2010 e 2006; vereador de Juiz de Fora em 2000. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por MG: 103.090 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por MG, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 2,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 501 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,8 milhões, principalmente com pessoal (R$ 2 milhões), publicidade por materiais impressos (R$ 188 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 183 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,7 milhões em 2022 (58% com pessoal) e R$ 837 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Lafayette Luiz Doorgal de Andrada em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Lafayette Andrada declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, 2010 e 2014, prefeito em Juiz de Fora (MG) em 2016, deputado federal por Minas Gerais em 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Belo Horizonte (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,1 milhões em receitas: R$ 2,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 501 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,8 milhões, principalmente com pessoal (R$ 2 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 188 mil); R$ 2,4 milhões já foram pagos. Em 2022, 58% dos R$ 2,7 milhões em gastos foram com pessoal; em 2020, R$ 837 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.