Nelsinho Trad (Nelson Trad Filho) disputou 7 eleições entre 1996 e 2018, para senador, governador, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: senador em 2018; prefeito de Campo Grande em 2008 e 2004; deputado estadual em 2002; vereador de Campo Grande em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2018, para senador por MS: 424.085 votos. Em 2026, concorre a 1º suplente por MS pelo PSD. No Senado Federal, teve R$ 318,5 milhões empenhados em 54 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 91 municípios; 94% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para senador por MS, declarou R$ 507 mil em receitas: R$ 54 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 186 mil do Fundo Partidário, R$ 34 mil de outras campanhas, R$ 194 mil de doações privadas (49 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 409 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 110 mil), pessoal (R$ 79 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 36 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 9,4 milhões em 2014 e R$ 3,6 milhões em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
424.085 votos em 2018 (eleito) · 8 eleições · 2026 em disputa
A votação de Nelson Trad Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2018: R$ 507 mil em receitas · R$ 409 mil em gastos
Nelsinho Trad declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Campo Grande (MS) em 2008, governador por Mato Grosso do Sul em 2014, e senador por Mato Grosso do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 507 mil em receitas: R$ 54 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 186 mil do Fundo Partidário, R$ 34 mil de outras campanhas, R$ 194 mil de doações privadas (49 doadores) e R$ 40 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 409 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 110 mil) e pessoal (R$ 79 mil). Em 2014, R$ 9,4 milhões em gastos contratados; em 2008, R$ 3,6 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 507 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 409 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 9,4 milhõescontratados, campanha encerrada
partido 1% · pessoas 3% · empresas 95% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3,6 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,3 milhão34,4%
Materiais impressosR$ 541 mil14,9%
Serviços de terceirosR$ 464 mil12,8%
Cessão ou locação de veículosR$ 242 mil6,6%
Outras 13 categoriasinclui R$ 725 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,1 milhão31,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 318,5 milhões empenhados · 94% pago · 54 emendas em 91 municípios
Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 01/10/20263
No Senado Federal, Nelsinho Trad teve R$ 318,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 54 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 91 municípios. Já foram pagos R$ 298,4 milhões (94%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Campo Grande, Dourados e Ivinhema. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 211,6 milhões em 25 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 106,9 milhões em 29 emendas.2
EmpenhadoR$ 318,5 milhõesorçamentos de 2020 a 2026
PagoR$ 298,4 milhões94% do empenhado, com restos a pagar
Emendas54individuais
Municípios91diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2026
R$ 67,7 milhões
R$ 59,4 milhões
88%
8
45
2025
R$ 74,4 milhões
R$ 67,6 milhões
91%
7
73
2024
R$ 69 milhões
R$ 63,4 milhões
92%
8
39
Legislatura 2023 a 2026
R$ 211,2 milhões
R$ 190,4 milhões
90%
23
86
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
1SaúdeR$ 107,8 milhões50,9%
2Encargos EspeciaisR$ 93,9 milhões44,4%
3Assistência SocialR$ 5,4 milhões2,5%
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
1Campo GrandeR$ 30,4 milhões14,4%
2DouradosR$ 19 milhões9,0%
3IvinhemaR$ 6,2 milhões2,9%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
4
Candidaturas
8 candidaturas · eleito em 2004, 2008 e 2018 · em disputa em 2026
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
1º Suplente · 2026Deferido—GMS · 65 anos · Parda · Superior completo · Médico · PSD · nº 222 · candidatura registrada para a eleição de 4 de outubro de 2026 · ver os candidatos de 2026registro da candidatura
Senador · 2018ELEITO424.085GMS · 57 anos · Branca · Superior completo · Médico · PTB · nº 144 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2002ELEITO36.283GMS · 41 anos · Superior completo · Medico · PTB · nº 14614 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PTB / PFL
Vereador · 2000ELEITO7.155LCampo Grande, Mato Grosso do Sul · 39 anos · Superior completo · Médico · PTB · nº 14614 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PTB / PSD
Vereador · 1996ELEITO4.403LCampo Grande, Mato Grosso do Sul · 35 anos · Superior completo · Medico · PTB · nº 14614 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.