- Impulsionamento de conteúdosR$ 565 mil26,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 453 mil21,1%
- Serviços advocatíciosR$ 340 mil15,8%
- Publicidade por adesivosR$ 141 mil6,6%
- Outras 18 categoriasR$ 648 mil30,2%
Fávaro (Carlos Henrique Baqueta Fávaro) disputou 3 eleições entre 2008 e 2018, para senador, vice-governador e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: senador em 2018; vice-governador em 2014. Em 2026, concorre a senador por MT pelo PSD. No Senado Federal, teve R$ 311,1 milhões empenhados em 25 emendas individuais aos orçamentos de 2021 a 2026, para 85 municípios; 93% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para senador por MT, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 25 mil do Fundo Partidário, R$ 1,1 milhão de outros recursos do partido, R$ 322 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 175 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,1 milhões, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 565 mil), militância e mobilização de rua (R$ 453 mil) e serviços advocatícios (R$ 340 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2018, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2,3 milhões.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Henrique Baqueta Favaro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Fávaro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: senador por Mato Grosso em 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 25 mil do Fundo Partidário, R$ 1,1 milhão de outros recursos do partido, R$ 322 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 175 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,1 milhões, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 565 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 453 mil); R$ 455 mil já foram pagos. Em 2018, R$ 2,3 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Fávaro teve R$ 311,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 25 emendas individuais aos orçamentos de 2021 a 2026, para 85 municípios. Já foram pagos R$ 289 milhões (93%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Sorriso, Barra do Garças e Feliz Natal. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 217,4 milhões em 14 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 93,7 milhões em 11 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 63,1 milhões | R$ 58,1 milhões | 92% | 7 | 13 |
| 2025 | R$ 84,3 milhões | R$ 67,5 milhões | 80% | 3 | 68 |
| 2024 | R$ 68,3 milhões | R$ 68,3 milhões | 100% | 3 | 5 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 215,8 milhões | R$ 193,9 milhões | 90% | 13 | 77 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.