Jayme Verissimo de Campos

Foto de Jayme Verissimo de Campos
Jayme Verissimo de Campos
4 eleições entre 2000 e 2018 · último partido DEM
67 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Jayme Campos (Jayme Veríssimo de Campos) disputou 4 eleições entre 2000 e 2018, para senador e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: senador em 2018 e 2006; prefeito de Várzea Grande em 2000. A maior votação foi em 2006, para senador por MT: 781.182 votos. No Senado Federal, teve R$ 324,4 milhões empenhados em 32 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 132 municípios; 90% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para senador por MT, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 800 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 350 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 1,4 milhão de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 438 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 300 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 300 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 302 mil em 2014 (43% com serviços de terceiros) e R$ 1,1 milhão em 2006.

Senador · 2018
490.699
votos · MT
ELEITO
Mandato até 2026
4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

490.699 votos em 2018 (eleito) · 4 eleições

A votação de Jayme Verissimo de Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 2,5 milhões em receitas · R$ 2,2 milhões em gastos

Jayme Campos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: senador por Mato Grosso em 2006, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 800 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 350 mil do Fundo Partidário, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 1,4 milhão de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 438 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 300 mil). Em 2014, 43% dos R$ 302 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2006, R$ 1,1 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 2,5 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 2,2 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 302 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Senador, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,5 milhões
doações de pessoas
FEFC 32% · Fundo Partidário 14% · pessoas menos de 1% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 2,2 milhões
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 438 mil20,0%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 300 mil13,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 300 mil13,7%
  • Materiais impressosR$ 196 mil9,0%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 373 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 954 mil43,6%
2014Senador, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 320 mil
sem doações de pessoas
empresas 53% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 302 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 129 mil42,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 110 mil36,5%
  • Materiais impressosR$ 54 mil18,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil2,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 172menos de 0,1%
2006Senador, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
13 doadores pessoas físicas
pessoas 2% · empresas 18% · próprios 79%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 306 mil28,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 280 mil26,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 111 mil10,5%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 69 mil6,5%
  • Outras 23 categoriasinclui R$ 25 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 294 mil27,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 324,4 milhões empenhados · 90% pago · 32 emendas em 132 municípios

Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 01/10/20263

No Senado Federal, Jayme Campos teve R$ 324,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 32 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 132 municípios. Já foram pagos R$ 292,3 milhões (90%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (54%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Peixoto de Azevedo, Várzea Grande e Cáceres. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 214,8 milhões em 19 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 109,7 milhões em 13 emendas.2

EmpenhadoR$ 324,4 milhõesorçamentos de 2020 a 2026
PagoR$ 292,3 milhões90% do empenhado, com restos a pagar
Emendas32individuais
Municípios132diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2026R$ 64,2 milhõesR$ 40,2 milhões63%655
2025R$ 80,5 milhõesR$ 67,2 milhões83%483
2024R$ 69,2 milhõesR$ 69,1 milhões99%746
Legislatura 2023 a 2026R$ 213,9 milhõesR$ 176,6 milhões83%17119

Funções que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1SaúdeR$ 115,9 milhões54,0%
  2. 2Encargos EspeciaisR$ 96 milhões44,7%
  3. 3Defesa NacionalR$ 1 milhão0,5%

Municípios que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1Peixoto de AzevedoR$ 9,7 milhões4,5%
  2. 2Várzea GrandeR$ 9,7 milhões4,5%
  3. 3CáceresR$ 6,9 milhões3,2%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000, 2006 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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Jayme Verissimo de Campos (Jayme Campos): candidaturas e votos · Radar do Voto