- Militância e mobilização de ruaR$ 193 mil36,0%
- Materiais impressosR$ 147 mil27,4%
- Serviços de terceirosR$ 50 mil9,3%
- Publicidade por adesivosR$ 42 mil7,7%
- Outras 5 categoriasR$ 105 mil19,6%
Juscelino Marreca (Juscelino da Cruz Filgueira Junior) disputou 4 eleições entre 2016 e 2024, para prefeito, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Santa Luzia em 2024; deputado estadual em 2022; vice-prefeito de Santa Luzia em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por MA: 35.567 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, indicou R$ 11 milhões em 25 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2025, para 6 municípios; 100% desse valor já foi pago. Na campanha de 2024 para prefeito em Santa Luzia/MA, declarou R$ 541 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 32 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 109 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 536 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 193 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 147 mil) e serviços de terceiros (R$ 50 mil). Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 700 mil, 43% com publicidade por adesivos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Juscelino da Cruz Filgueira Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Juscelino Marreca declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2022, e prefeito em Santa Luzia (MA) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 541 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 32 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 109 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 536 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 193 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 147 mil). Em 2022, 43% dos R$ 700 mil em gastos foram com publicidade por adesivos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, Juscelino Marreca indicou R$ 11 milhões em 25 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2025 (legislatura 2023 a 2026), para 6 municípios. Até a coleta na fonte, 100% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Saúde (FES / Unidade Central) (55%). As cidades que mais receberam foram Santa Luzia, São Luís e Itapecuru Mirim.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | R$ 7,3 milhões | R$ 7,3 milhões | 100% | 9 | 3 |
| 2024 | R$ 3,8 milhões | R$ 3,8 milhões | 100% | 16 | 5 |
| Total | R$ 11 milhões | R$ 11 milhões | 100% | 25 | 6 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência do Maranhão — Emenda Parlamentar Impositiva Estadual (EPIE), 2023-2026, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Maranhão e a Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Maranhão e a Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.