- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 501 mil41,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 175 mil14,3%
- Serviços de terceirosR$ 135 mil11,1%
- Materiais impressosR$ 95 mil7,8%
- Outras 10 categoriasR$ 315 mil25,8%
Paulo Marinho Jr (PL) ficou como suplente de deputado federal pelo Maranhão em 2026, com 20.040 votos, pelo resultado oficial do TSE. Paulo Marinho Jr (Paulo Celso Fonsêca Marinho Júnior) disputou 9 eleições entre 2010 e 2026, para deputado federal, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Caxias em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por MA: 55.755 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 37,9 milhões empenhados em 6 emendas individuais ao orçamento de 2024, para 40 municípios; 99% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por MA, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 500 mil do Fundo Partidário e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 501 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 175 mil) e serviços de terceiros (R$ 135 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,8 milhão em 2024 e R$ 654 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Celso Fonseca Marinho Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulo Marinho Jr declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por Maranhão em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Caxias (MA) em 2012 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 500 mil do Fundo Partidário e R$ 26 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 501 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 175 mil); R$ 1,2 milhão já foram pagos. Em 2024, R$ 1,8 milhão em gastos; em 2022, R$ 654 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Paulo Marinho Jr teve R$ 37,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 6 emendas individuais ao orçamento de 2024 (legislatura 2023 a 2026), para 40 municípios. Já foram pagos R$ 37,9 milhões (99%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Maranhãozinho, Zé Doca e Chapadinha.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2024 | R$ 37,6 milhões | R$ 37,6 milhões | 99% | 5 | 40 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.